e foi, quando o mar chamou, um para sempre que é sempre agora, não há como titubear - só se pensar, mesmo pouco -, tá na pele, que ali sua, impregna-se do óleo da terra, de tantos mil anos de rastros, encontros, nós, passagens, insisto nisso, se intue, o corpo relaxou, sentiu-se em casa (primeva vez em tão longe paragem que é aquele antigo pedaço de mundo), rebeldia no que se mira, nada fácil, muita possibilidade, novos circuitos que se avizinham, há um convite sendo feito, se a perspectiva revirar, o uso e gozo que é outra riqueza, o mar chama.

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