1.9.16

Agosto

Agosto, o mês que não acaba,
o mês que ensandece,
estranho, algoz, injusto
agosto, tão incompreensível.

Que se contragolpeiem
com doçura e fortaleza
os golpes de agosto,
que muito tem a temer
os ratos de esgoto.

Que o amor reverbere
desde o lado ativo do infinito,
com o intento inflexível de um guerreiro,
que venha Setembro!

Um comentário:

Lin disse...

Olá "próximo blog".

Agosto ficou mais tragável com seu poema.

Até.