Agosto, o mês que não acaba,
o mês que ensandece,
estranho, algoz, injusto
agosto, tão incompreensível.
Que se contragolpeiem
com doçura e fortaleza
os golpes de agosto,
que muito tem a temer
os ratos de esgoto.
Que o amor reverbere
desde o lado ativo do infinito,
com o intento inflexível de um guerreiro,
que venha Setembro!
Um comentário:
Olá "próximo blog".
Agosto ficou mais tragável com seu poema.
Até.
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