De volta para casa. Intenso. Muito intenso. Tudo. Duas semanas. Tanta coisa acontecida. Não consigo escrever sobre tudo. Não sobra tempo. Calor. Insuportavelmente calor. Sampa. Salvador. Vitória. Brasília. Lembrarei de tudo? Sei lá. Vivi. Por onde começo? Hoje? Amanhã? Quando o frio chegar? Sei lá. Recordo com mais facilidade do que é recente. E o mais antigo? Seria mais fácil elaborar um lista. Do que fiz. E do que senti. Um lista. Simples. Aí eu não esqueceria. Marcaria tudo o que fiz. E senti. Recordaria tudo. Me pouparia do cansaço. Driblaria a preguiça e registraria tudo. Para escapar nada. Quem sabe eu faça isso. Não sei. Mas gosto de me arriscar nos projetos que podem ficar incompletos. Quero escrever tudo, repassar tudo. O tudo, diga-se, são as emoções. De agora. O que foi, foi. Não volta. As emoções vêm e vão. Hoje, ontem e amanhã. Quero escrevê-las. Há muito por detrás das palavras, que nelas não cabe. As palavras são pequenas. As emoções são sem fim. Eu sou dilemas. Bons dilemas. Gostosos dilemas. Escrevo. Vivo. Intensamente. (anotações: email pra mim mesmo; encontro: um meio pra mim; metade do mundo: meio, pra mim; introspecção: meio pra mim)
11.2.14
Pós-viagem [trecho diário]
De volta para casa. Intenso. Muito intenso. Tudo. Duas semanas. Tanta coisa acontecida. Não consigo escrever sobre tudo. Não sobra tempo. Calor. Insuportavelmente calor. Sampa. Salvador. Vitória. Brasília. Lembrarei de tudo? Sei lá. Vivi. Por onde começo? Hoje? Amanhã? Quando o frio chegar? Sei lá. Recordo com mais facilidade do que é recente. E o mais antigo? Seria mais fácil elaborar um lista. Do que fiz. E do que senti. Um lista. Simples. Aí eu não esqueceria. Marcaria tudo o que fiz. E senti. Recordaria tudo. Me pouparia do cansaço. Driblaria a preguiça e registraria tudo. Para escapar nada. Quem sabe eu faça isso. Não sei. Mas gosto de me arriscar nos projetos que podem ficar incompletos. Quero escrever tudo, repassar tudo. O tudo, diga-se, são as emoções. De agora. O que foi, foi. Não volta. As emoções vêm e vão. Hoje, ontem e amanhã. Quero escrevê-las. Há muito por detrás das palavras, que nelas não cabe. As palavras são pequenas. As emoções são sem fim. Eu sou dilemas. Bons dilemas. Gostosos dilemas. Escrevo. Vivo. Intensamente.
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3 comentários:
"... as palavras mais evocam do que significam..."
^^
que legais, que lindezas.
a ideia da lista parece ótima! ^^
a lista é lisa, escorrem as impressões mais densas... mas fixa o que foi, tão rápido.
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