não há nada que nos defina
só o deixar-se,
o que poderíamos
ser, o seu impulso
de beijar e sorrir
tão sinceramente:
o beijo em teu lábio,
venha pular o todo
em pública presença.
o que podemos?
tudo, venha! a adornar
estrondos... de amor!
em tantas semanas
um clamor a sorrir,
que te queira.
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