5.6.17

Ao solar

O sol tomou conta do meu corpo. Pássaros atentos roçavam o mar. Sal, pimenta e refresco. Melanina menina, infinito sorriso. Lua que beija cada um em nós, pequenas orações de petulância. Areia futurista, carnal desdobrado me consumindo em ardências. Outro ser, qualquer plano à temperatura relativa, caos aleatório. Por un instante, uma foca; lares em busca(?). Abriu-se uma porta, expande-se o alívio. Calma, por enquanto, é solar.

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