nas tardes de frio
- um frio ameno,
de domingo -
eu sinto os ares
de outras cidades
- o cerrado de brasólea,
o concreto de sampa,
as dunas de floripa,
o gelo de poá,
as ladeiras de beagá... -
e, ao mesmo (cósmico) tempo,
me sinto tão em casa!
(ah, raul,
eis o canceriano sem lar!)
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